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Rancho Savana


 
Efeito da urina de vaca nas plantas
Postado por Licinio em Wednesday, February 01 @ 15:14:22 BRST (446 vizualização(ões))



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FORMIGAS CORTADEIRAS: POSSIBILIDADES DE CONTROLE
Postado por Licinio em Thursday, January 05 @ 07:49:21 BRST (1381 vizualização(ões))



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Agro-Negócios Gripe aviária: OMS pede urgência no desenvolvimento de vacina
Postado por Licinio em Sunday, December 18 @ 20:05:45 BRST (278 vizualização(ões))

Anonymous enviou "Pequim/Cingapura, 07 - A Organização Mundial da Saúde (OMS) pediu nesta quarta-feira mais investimentos para o desenvolvimento de uma vacina que proteja humanos da gripe aviária. A China registrou o quarto caso da doença em pessoas.

Testes em uma menina de 10 anos na região de Guangxi, no sul do país, deram positivo para o vírus H5N1, informou o governo chinês. Ela esteve doente, com febre e pneumonia desde 23 de novembro e passou por tratamento de emergência.

Especialistas advertiram que o vírus poderá sofrer mutação e se tornar facilmente transmissível entre humanos, gerando uma pandemia global que mataria milhões de pessoas.

Cientistas em muitos países estão tentando desenvolver uma vacina para humanos, que será mais importante que drogas antivirais na contenção da doença, afirmou o representante da OMS na China, Henk Bekedam.

"Acreditamos fortemente que há necessidade de mais investimentos" na vacina, disse a repórteres. Os governos precisam se envolver nos esforços de companhias farmacêuticas, talvez prometendo comprar vacinas uma vez que forem desenvolvidas, ele acrescentou.

Os países asiáticos mais pobres afetados pelo surto de gripe aviária precisarão de ajuda internacional se a pandemia realmente eclodir, de acordo com outra autoridade da OMS.

Laos, que também registrou casos da doença, e o Camboja, onde quatro pessoas morreram da variedade H5N1, estão entre os países cujos esforços para implementar medidas de contenção do vírus são limitados devido à infra-estrutura, afirmou o conselheiro do departamento de Doenças Comunicáveis da OMS, Dr. Hitoshi Oshitani.

"Por exemplo, na Tailândia é mais fácil entregar uma grande quantidade de drogas antivirais em áreas afetadas em termos de transporte", afirmou Oshitani. "Porém é mais difícil no Laos ou no Camboja."

No entanto, Oshitani afirmou que todos os países afetados na região, ricos ou pobres, precisam de ajuda internacional para melhorar a capacidade de observação e de controle.

"Há algumas falhas em cada país", ele disse. "Para reparar essas falhas, eles precisam de suporte técnico e financeiro da comunidade internacional." As informações são da Dow Jones.

"


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Lagarta da couve-flor produz repelente natural de insetos, dizem americanos
Postado por Licinio em Tuesday, December 13 @ 06:07:43 BRST (819 vizualização(ões))



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Couve. Humilde e poderosa
Postado por Licinio em Tuesday, December 13 @ 05:54:20 BRST (1249 vizualização(ões))



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Mais vale a educação
Postado por Licinio em Friday, October 28 @ 09:57:48 BRST (202 vizualização(ões))



Quando a educação vale mais que o regime

Cresce o número de truques para emagrecer, mas o Dr. Mauro Fisberg chefe do Centro de Ciências Aplicadas a Saúde da Universidade São Marcos e chefe do Centro de adolescentes da Universidade Federal de São Paulo diz que o caminho é outro.

Vida Integral: Problema conhecido e cada vez mais sério em países ricos, a obesidade também está em crescimento no Brasil?

Dr. Mauro Fisberg: Como em todo mundo, temos uma modificação de hábitos de vida, com aumento significante da ingestão de alimentos mais calóricos, especialmente gorduras e um incremento do sedentarismo. Além disto passamos a entender melhor a obesidade como uma doença crônica, com efeitos devastadores na adolescência e idade adulta, com conseqüente aumento das doenças cardiovasculares.

Vida Integral: Há pesquisa recente que comprove o fenômeno?

Dr. Mauro: Existem dezenas de pesquisas mostrando o aumento epidêmico da obesidade em todo o mundo, não apenas nos países ricos, mas também em países em desenvolvimento. Dados brasileiros mostram que 10% das crianças e 25% dos adolescentes e por volta de 40% nos adultos estão com excesso de peso.

Vida Integral: Há predominância desse crescimento em alguma faixa social mais do que em outras?

Dr. Mauro: Ainda é uma doença com maior prevalência entre ricos, mas entre os pobres está aumentando de maneira significativa, tanto que a OPS (Organização Pan-Americana de Saúde) organizou no ano 2000 em Cuba, um evento para discutir apenas este tópico.

Vida Integral: A que o senhor atribui esse aumento da obesidade?

Dr. Mauro: Especialmente ao sedentarismo, a incorporação de hábitos alimentares não tradicionais e ao custo dos alimentos mais saudáveis. Em nosso livro Um dois feijão com arroz - a alimentação do Brasil de Norte a Sul (Fisberg, Wehba e Cozzolino, edit. Atheneu), verificamos que apesar da alimentação brasileira ser extremamente saudável, rica e variada, estamos nos globalizando e incorporando hábitos alheios a nossa cultura.

Vida Integral: E os riscos?

Dr. Mauro: Além dos fatores emocionais, temos problemas como a persistência na vida adulta, diabetes, aumento da resistência à insulina, hipertensão, alterações dos lipídeos (gorduras), riscos cardiovasculares, problemas ortopédicos, respiratórios e dermatológicos (estrias, celulites, cicatrizes).

Vida Integral: Algumas raras escolas estão tomando providências vigiando cantina e alimentos servidos. Não está na hora de uma atitude mais direta das autoridades? Dr. Mauro: A educação nas escolas passa por um controle do que se ensina, da continuidade de um currículo escolar coerente e com conteúdos nutricionais abrangentes e incorporados ao dia a dia, hortas escolares etc. Nas cantinas, as APMs devem monitorar o que se serve, o que se compra, educando...

Não sou favorável à proibição porque aumenta o desejo, favorece o mercado negro e amplia o numero de camelôs sem controle, vendendo de tudo nas esquinas das escolas. Em colégios como o Dante Alighieri, se conseguiu um retrato perfeito do que um programa eficaz de educação faz com a cantina escolar, sem restrições de venda.

Vida Integral: E o papel dos pais?

Dr. Mauro: Os pais quase sempre são os culpados por permitirem a quebra de controles, não dando limites aos filhos... Comem o que querem, na hora que quiserem e sem controle... e também não têm hábitos de vida saudáveis, sendo quase sempre sedentários.

Vida Integral: Cirurgias para reduzir o estômago, moderadores de apetite, regimes de fome. Há segredo para emagrecimento seguro?

Dr. Mauro: Só existe tratamento seguro e com resultados a longo prazo, com modificações comportamentais e de mudanças de vida de toda a sociedade. Hábitos adequados de alimentação, atividade física contínua e cuidados na prevenção desde a infância. Cabe ao profissional da saúde detectar precocemente o aumento de peso em crianças de risco, antes ainda da obesidade.

Publicado por: Vida Integral


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Agro-Negócios FRUTAS NATIVAS DO CERRADO: QUALIDADE NUTRICIONAL E SABOR PECULIAR
Postado por adminagr em Wednesday, October 26 @ 11:34:28 BRST (609 vizualização(ões))

O Cerrado destaca-se pela riqueza de sua biodiversidade, que pode ser interpretada pela vasta extensão territorial, pela posição geográfica privilegiada, pela heterogeneidade vegetal, e por ser cortado pelas três maiores bacias hidrográficas da América do Sul. Os frutos das espécies nativas do cerrado oferecem um elevado valor nutricional, além de atrativos sensoriais como, cor, sabor e aroma peculiares e intensos, ainda pouco explorados comercialmente.

Algumas frutas nativas do cerrado, como o araticum, o buriti, a cagaita e o pequi, apresentam teores de vitaminas do complexo B, tais como as vitaminas B1, B2 e PP, equivalentes ou superiores aos encontrados em frutas como o abacate, a banana e a goiaba, tradicionalmente consideradas como boas fontes destas vitaminas. Entretanto, grande parte das frutas nativas em regiões típicas de clima tropical é, especialmente, rica em carotenóides. Os frutos de palmeiras, como o buriti, o tucumã, o dendê, a macaúba e a pupunha são fontes potenciais de carotenóides pró-vitamina A.

Aproximadamente 600 carotenóides são encontrados na natureza, constituindo o maior grupo de corantes naturais, cuja coloração pode variar entre o amarelo claro, o alaranjado e o vermelho. Alguns podem ser convertidos em vitamina A; outros estão associados à redução do risco de câncer e de outras doenças crônico-degenerativas, sem que estes sejam primeiro convertidos em vitamina A. Esta última função tem sido atribuída ao potencial antioxidante dos carotenóides, que são capazes de seqüestrar formas altamente reativas de oxigênio e desativar radicais livres.

A Dra. Délia Rodriguez-Amaya, professora e pesquisadora da Unicamp, é reconhecida internacionalmente pela avaliação dos alimentos brasileiros como fontes de carotenóides. Segundo a autora, o buriti (Mauritia Vinifera) constitui uma das principais fontes de pró-vitamina A encontradas na biodiversidade brasileira (6.490 microgramas de retinol equivalente por 100g de polpa). O elevado potencial pró-vitamínico deste fruto é resultado dos altos teores de beta-caroteno, principal fonte pró-vitamina A encontrada no reino vegetal. Estudos realizados pela Dra. Tânia da Silveira Agostini-Costa, pesquisadora da Embrapa, em parceria com Dr. Daniel Barrera-Arellano, professor da Unicamp, reforçam o potencial pró-vitamina A do buriti. Segundo trabalhos desenvolvidos por estes pesquisadores, um grama de óleo de buriti apresentou 1.181 microgramas de beta-caroteno, o que faz deste óleo uma das maiores fontes de pró-vitamina A (18.339 microgramas de retinol equivalente por 100 g de óleo).

O buriti não apresenta um consumo regular em todas as regiões do Brasil; os frutos são consumidos, principalmente na forma de sucos e doces caseiros, pela população local de algumas áreas específicas das regiões Norte e Central. O Professor José Guilherme Mariath e colaboradores da Universidade Federal da Paraíba e do Instituto de Tecnologia de Pernambuco avaliaram o efeito da suplementação alimentar com o doce de buriti sobre a manifestação clínica da hipovitaminose A em regiões típicas do semi-árido. Os autores concluíram que a suplementação alimentar de crianças com idade entre 4 e 12 anos com 12g de doce de buriti por dia, durante 20 dias, foi suficiente para recuperar quadros de hipovitaminose A, com evidências clínicas de xeroftalmia, que é um sintoma clínico da deficiência de vitamina A caracterizado pela perda da visão. Embora o valor pró-vitamina A do doce de buriti não tenha sido excessivamente elevado (134 microgramas de retinol equivalente), os excelentes resultados obtidos parecem confirmar a influência positiva da composição lipídica do fruto (29%), que se conservou no doce (6,5%), favorecendo um aumento da biodisponibilidade, ou seja, um melhor aproveitamento dos carotenóides pró-vitamina A pelo organismo.

Além das palmeiras, outras frutas nativas do cerrado brasileiro, de consumo regional bastante difundido, como o araticum e o pequi, também, são importantes fontes de carotenóides. Frutos de araticum ou marolo (Annona crassiflora Mart.) procedentes de populações nativas do sul de Minas Gerais apresentaram teores de pró-vitamina A que variaram entre 70 e 105 retinol equivalente por 100g de polpa. A geléia caseira de araticum, processada termicamente, conservou melhores os teores de carotenóides, de vitamina C e o potencial pró-vitamina A do que o licor caseiro que foi obtido por infusão alcoólica a frio. Vitaminas e antioxidantes são altamente instáveis e susceptíveis a degradações durante o processamento pós-colheita. A natureza do produto e as condições de processamento e estocagem podem afetá-los, comprometendo a aparência, o aroma e o valor nutritivo do alimento.

Os valores pró-vitamina A determinados no pequi (Caryocar brasiliensis) procedentes dos estados do Piauí e do Mato Grosso do Sul, respectivamente, variam entre 54 e 494 microgramas de retinol equivalente por 100g de polpa. A Dra. Maria Isabel Ramos e os seus colaboradores da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul avaliaram o efeito do cozimento convencional do pequi sobre o teor de carotenóides pró-vitamínicos. A polpa fatiada de pequi foi cozida com arroz, de acordo com culinária regional. Embora o cozimento tenha comprometido 25% do valor pró-vitamínico do fruto, ainda conservou 375 microgramas de retinol equivalente por 100g de polpa cozida, contribuindo significativamente para o enriquecimento da dieta.

O Ministério da Saúde do Brasil tem estimulado a implementação de programas de educação alimentar para incentivar o consumo de alimentos ricos em vitamina A e em outros nutrientes. Muitos destes alimentos, como as frutas nativas, apresentam custo acessível, mesmo para as populações mais carentes. O uso sustentado destas fruteiras nativas pode ser uma excelente opção para melhorar a saúde da população brasileira e para agregar valor aos recursos naturais disponíveis no cerrado, melhorando a renda das pequenas comunidades rurais e favorecendo a preservação das espécies nativas.

Referências Bibliográficas ALMEIDA, S. P. & AGOSTINI-COSTA, T. S. Frutas Nativas do cerrado: caracterização físico-química e fonte potencial de nutrientes. In: Cerrado: ambiente e flora. Brasília: Embrapa Cerrados, Segunda edição revisada e ampliada (no prelo). MARIATH, J. G. R.; LIMA, M. C. C.; SANTOS, L. M. P. Vitamin A activity of buriti (Mauritia vinifera Mart) and its effectiveness in the treatment and prevention of xerophthalmia. American Journal of Clinical Nutrition, v. 49, n. 5, p. 849-853, 1989. RAMOS, M. I. L.; UMAKI, M. C. S.; HIANE, P. A.; RAMOS-FILHO, M.M. Efeito do cozimento convencional sobre os carotenóides pró-vitamínicos A da polpa do pequi (Caryocar brasiliense Camb). Boletim CEPPA, v. 19, n.1, p.23-32, 2001. RODRIGUEZ-AMAYA, D. B. Assessment of the provitamin A contents of foods – the Brazilian experience. Journal of Food Composition and Analysis, v. 9, p.196-230, 1996.



Data Edição: 28/10/04 Fonte: Toda Fruta


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